Danilo Freitas

Um dia D

February 27th, 2009



Acordei, tomei banho e escovei os dentes ansioso para saber o que perdi na internet enquanto dormia. Liguei meu note e o levei pra mesa da cozinha, enquanto tomo meu café da manha leio alguns blogs para tentar descobrir o que há de novo, e me logo no twitter, só pra saber o que está rolando. Depois do café, abro meus e-mails, leio os SPANs mais interessantes, depois leio e respondo os e-mail sociais. Pentelho o pessoal dos outros blogs, para estabelecer contato ou até mesmo uma parceria. Começo a trabalhar em algum freela ou projeto pessoal, ou em ambos, assisto vídeos, dos mais ridículos até os mais sérios…. ouço música o dia todo, posto algo no desenhoindustrial.org, vou ‘bulinar’ as redes sociais e depois almoço vendo os vídeos que a galera me envia.  Volto a trabalhar, sapiar os blogs, ver vídeos, twittar,  comer um lanche, e xeretar as redes sociais novamente.

Após isso, vou pra faculdade, sempre com meu note conectado a 3G, caçando mídias alternativas, fazendo uma pesquisa rápida relacionada a aula, ou matando o tempo lendo algum blog de tecnologia.

Design, pretérito do futuro

February 2nd, 2008

Será mesmo que são os designers os verdadeiros deuses, como auto clamam-se muitos deles… Isso, é o que subitamente aprendemos após botarmos os pés na faculdade de design.
Mas, talvez, e certamente talvez você discorde disso, dizendo que criamos as necessidades e necessitamos o dia-a-dia dos seres humanos. Isso até poderia se verídico se os designers, como eu mesmo, conseguissem a proeza de identificar as reações humanas, ao invés apenas de supor e mesmo propor soluções totalmente revolucionárias.
Hoje o design é estagnado, decerto fruto do passado, que imaginou esse futuro, e que de fato o vivemos. Porém nossos futuristas do passado não nos deixaram a herança do presente, que como podemos ver, temos que pensa-lo novamente, e até mesmo quem sabe, planejar o próximo futuro para que seja sobrescrito por outro presente.
Isso é perigoso do meu ponto de vista, que achando certo, escreve este texto para demonstrar que o futuro não pode ser feito da reinvenção da roda, mas dos usos que podemos criar para ela. Isso me da a certeza de que as últimas linhas indignaram os professores, profissionais e alunos de design, pois em alguma fase de nossa educação de designer, nos auto proclamamos inventores da criatividade. Ressalto o que ainda não disse - ainda não somos os autores da análise, percepção e criação sensorial.